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Entre vaias e aplausos, Bolsonaro teve “noite de Dilma” no Maracanã

RIO DE JANEIRO – Era para ser a apoteose do show orquestrado por ele próprio no Maracanã. Mas no minuto em que a figura do presidente Jair Bolsonaro foi projetada nos telões do estádio da final da Copa América, durante a cerimônia de premiação da competição, uma sonora vaia tomou conta do palco da grande decisão, vencida pelo Brasil por 3 a 1 sobre o Peru.

A grande maioria dos 69.986 espectadores do Maracanã reprovou a presença do político na celebração, como aconteceu tantas vezes com a ex-presidente Dilma Rousseff, embora tivesse quem o aplaudisse entre os presentes. Um tímido grito de “Mito! Mito!” não ganhou coro e foi rapidamente abandonado.

Convidado pela Confederação Sul-Americana de Futebol a participar da celebração, Bolsonaro foi quem vestiu a medalha de campeão no técnico Tite, que o cumprimentou fazendo uma reverência. O presidente tentou um abraço mais efusivo, puxando o treinador pelo pescoço, mas não teve sucesso.

O zagueiro Marquinhos sequer apertou a mão do presidente, passando reto pelo mandatário. Como um verdadeiro penetra de festa, Bolsonaro “invadiu” a celebração dos jogadores brasileiros.

Ele se posicionou a frente da taça, que estava apoiada sobre o gramado, tomou-a nas mãos e convocou uma nova série de poses para os fotógrafos. Nesse momento, Tite se manteve mais distante, e não posou para as fotografias ao redor do presidente.

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